As despesas das usinas, majoritariamente compostas pelas atividades no campo, são atravessadas por inúmeras variáveis, como o preço do diesel, o preço dos fertilizantes, o câmbio, arrendamentos, entre outros fatores. Equilibrar cada um destes pratos para garantir que nenhum quebre exige diversas estratégias por parte das companhias, seja com uso de tecnologias para mitigar gastos ou com cortes adequados nos dispêndios.
O analista de dados Paulo Bruno Craveiro, da Datagro, projetou custos de produção para 2024/25, por meio de uma simulação, considerando uma usina de porte médio localizada em São Paulo, com área de 20 mil hectares. Já os indicadores de preços foram baseados em órgãos reguladores e em estimativas do próprio time de análise da Datagro.
Com isso, Craveiro expressa que o preço de formação do canavial deve cair de R$ 15.945,14/ha para R$ 14.427,46/ha entre 2023/24 e 2024/25; a redução de 9,5% foi causada especialmente pela queda nos preços dos insumos. Os dispêndios com plantio, que integram a formação do canavial, devem cair de R$ 9.971,68/ha para R$ 8.765,07/ha, redução de 12,1%. Já os tratos culturais da cana planta podem decair 13,5%.
A reportagem completa detalha a análise de todas as etapas produtivas de uma usina, com gráficos comparativos. O texto – disponível apenas para assinantes NovaCana – ainda traz a visão de diretores financeiros das companhias Lins e Cocal, tanto para os custos quanto para as perspectivas gerais da safra 2024/25.
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