A era dos vastos aportes do setor sucroenergético em cogeração talvez tenha terminado. Ao menos é o que acredita o diretor financeiro da São Martinho, Felipe Vicchiato.
“No caso da bioenergia, os grandes investimentos do setor já foram feitos. No passado, com os leilões A-5 e A-6, você conseguia realizar um investimento, ter o retorno do projeto e garantir um volume de energia importante”, disse ele na última quarta-feira, 13, durante evento do BTG Pactual.
Para o executivo, uma das principais estratégias de diversificação para as sucroenergéticas envolve o uso de diferentes biomassas, como o milho. Neste caso, a presença de uma estrutura de cogeração de energia representaria uma sinergia importante.
“É uma integração energética. Em vez de vender energia, você usa na sua planta de etanol”, declara e justifica: “Quando você faz uma planta de etanol de milho sem a cana, você precisa originar o cavaco de madeira, o que é um desafio. No caso da planta de etanol de milho integrada em uma de cana, você basicamente usa a mesma energia”.
Saiba mais sobre as visões de Vicchiato e do CEO da Atvos, Bruno Serapião, na reportagem completa (disponível apenas para assinantes NovaCana).
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