Como muitas sucroenergéticas, a Colombo vivenciou um ano-safra desafiador em 2025/26. Ainda assim, a companhia contabilizou uma elevação de 212,6% em seu lucro líquido, indo a R$ 22,58 milhões.
“Adversidades como volatilidade de preços, pressão cambial, desafios climáticos e competição mais acirrada estiveram presentes ao longo de todo o ciclo”, afirmam a presidente do conselho de administração, Andréa Cristina de Lima Rolim, e o diretor presidente, Luis Marcelo Spadotto, em texto que abre a divulgação dos resultados do grupo.
O crescimento possui três fatores a serem observados – nenhum deles diretamente relacionado à operação com açúcar e etanol. O primeiro é o ponto de partida, uma vez que a companhia sofreu um “derretimento” na temporada anterior, saindo de R$ 420,09 milhões em 2023/24 para um resultado líquido de R$ 7,22 milhões.
Além disso, a empresa registrou uma menor perda na variação do valor justo de ativos biológicos (cana em pé), com R$ 48,14 milhões na safra mais recente, ante R$ 287,51 milhões em 2024/25.
Para completar, houve um aumento de 85,9% nas receitas financeiras, que passaram a R$ 402,78 milhões devido especialmente aos maiores rendimentos de aplicações financeiras e às operações com derivativos.
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