Ranking traz o resultado financeiro dos maiores setores da economia; setor de açúcar e etanol apresenta pouca recuperação

novaCana.com 22 nov 2018 - 09:43

Enquanto 2016 foi um ano de apreensão para as empresas brasileiras em diversos setores da economia, 2017 se demonstrou um alento. Especificamente para o setor sucroenergético, porém, aconteceu o contrário.

Após anos de dificuldades financeiras, 2016 proporcionou bons preços do açúcar no mercado internacional e um aquecimento na demanda por etanol, permitindo que muitas das empresas do setor pudessem ter um ano mais tranquilo financeiramente, como realmente aconteceu.

Porém, 2017 trouxe desafios para as empresas sucroenergéticas, o que se refletiu nos resultados. A base dos dados para a análise é a publicação Valor 1000, que traz uma relação dos resultados financeiros das mil empresas de maior renda líquida do país.

A partir desses dados, o novaCana reuniu os desempenhos médios dos 25 setores da economia contemplados. Por meio de oito indicadores, é possível comparar o resultado financeiro da elite do setor sucroenergético com as maiores companhias de outros ramos.

Na análise mais recente, referente a 2017, o setor de açúcar e etanol só conseguiu ficar acima da média nos indicadores de margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), liquidez corrente e giro do ativo. Com esses números, é possível observar que há uma preocupação das usinas na melhora de seus resultados operacionais.

Por outro lado, o setor caiu de posição em rentabilidade e cobertura de juros, além de ficar entre as piores médias nesses e em outros indicadores.

Confira o resultado das 36 maiores companhias sucroenergéticas em oito indicadores. As empresas consideradas para os cálculos foram (em ordem alfabética): Atvos (antiga Odebrecht Agroindustrial), Adecoagro, Barralcool, Bevap Bioenergia, Biosev, Bunge, CerradinhoBio, Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA), Companhia Agrícola Colombo, Copersucar, Coprodia, Da Mata, Ferrari Agroindústria, Grupo Balbo, Grupo Maringá, Grupo Olho D'Água, Iaco Agrícola, Ipiranga Agroindustrial, Jalles Machado, Melhoramentos, São Martinho, Usina Batatais, Usina Bazan, Usina Bela Vista, Usina Colombo, Usina Nardini, Usina Santa Adélia, Usina Santa Fé, Usina Santa Isabel, Usina Santa Terezinha, Usina São Manoel e Zilor.

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